quinta-feira, 17 de maio de 2012

Vozes de uma dor



Silêncio, deserto, o tempo que passou
Um frio por perto, não sei onde vou
Tudo parece terno, tudo parece breu
Dentro desse inverno, não sei o que é meu.
Tento seguir adiante, sem perguntar por que
Dessa estória perdida, o que vai ser
Mas não importa nada, deixe o tempo bater
E o fim dessa estrada
Não quero saber

O medo de te encontrar
Faz sua sombra retornar
E a dor assim voltar
E os restos do que passou
Agora volto pra me ver
E pra te fazer sorrir
Vozes de uma dor que sempre estará,
Onde estiver
Mas que nunca irá me fazer chorar
Nunca irá me fazer chorar

Dentro de tanto espaço, não há lugar
Só vejo o medo e o cansaço
Como voltar?
Tudo parece terno, tudo parece breu
Dentro desse inverno, não sei o que é meu.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Manhãs



Acho que finalmente, começo a reconhecer progressos na minha história... Quantas vezes eu disse que tudo seria diferente, quando na verdade o que havia mudado era a intensidade com que eu queria te ter do meu lado, eu comecei a querer mais, muito mais. E hoje não tenho receio em dizer isso, por que o fim desta fase insana esta chegando.
Com certeza virão novas recaidas, eu não vou deixar de te amar, você vai continuar feliz e me machucando, porém no fim do tunel brilha uma luz, um tanta fraca, mas continua: a consciencia. Consciencia de que por mais dificil que tenham sido meus dias, eles tem passado. Por mais que eu me sinta sozinha, alguem sempre esta por perto...
Relutar contra o que se sente, é o jeito mais dificil de se viver!
Tento aos poucos me libertar dessas correntes, me agarrar em outras coisas, conhecer novas pessoas, distrair os pensamentos... Cada dia uma conquista, por menor que seja!